As redes sociais são hoje a base dos relacionamentos da Geração Y (nascidos após 1979) e também de uma grande parte da geração X (nascidos antes de 1979). Por meio das redes (Twitter, Facebook, Orkut, YouTube), somos capazes de criar amizades, namoros, compartilhar conhecimento e, por que não, negócios. No entanto, isso ainda gera contradições, afinal, junto com as redes sociais, ainda existe a sombra da improdutividade e da insegurança que ronda a internet.
Há milhares de anos, o ser humano se pergunta sobre qual ou quais seriam os fatores que determinariam o sucesso, o poder, a riqueza de nações, empresas e pessoas. Além de provavelmente não existir uma resposta única ou uma “fórmula do bolo”, o poder tem sido controlado de diferentes formas ao longo do tempo e da evolução.
Estamos cada vez mais em um mercado de siglas e nomes curtos. Empresas estatais e privadas são conhecidas por meio de abreviaturas: Vivo, TIM, OI, Claro, IG, Copasa, Sabesp, Comgás e etc. Em todas as áreas e em todas as línguas, as marcas deixaram de apresentar nomes extensos e complicados e optaram pela abreviação de sua identidade,colaborando, assim, para um entendimento mais fácil de determinada empresa.
Quem pensa que contatar várias pessoas em redes sociais ou distribuir uma coleção de cartões corporativos são garantias para manter ativo seu networking, está enganado! Qualidade no relacionamento é melhor que quantidade no momento de montar sua rede de contatos.
Com o boom de ferramentas como o Facebook, Orkut e Twitter entre os internautas brasileiros, a vida pessoal torna-se ainda mais exposta em toda a rede. Isso pode trazer benefícios, caso as informações sejam bem gerenciadas, mas também tem o potencial de gerar graves consequências, até mesmo no ambiente profissional. Alguns casos ganharam notoriedade pela falta de cuidados de profissionais ao emitir opiniões sobre as companhias em que trabalhavam. Um exemplo disso é o caso do diretor comercial de uma empresa que foi demitido ao escrever no microblog ofensas aos torcedores de um time de futebol patrocinado pela organização.
A comunicação interna trata de dar voz aos públicos internos, entender que eles são sim, públicos internos, e que eles precisam ser segmentados para a comunicação acontecer efetivamente. Já o endomarketing é a “propaganda da empresa para seus públicos internos”. É diferente vender e entender, impor e dar voz. São ideias contrárias, assim como a comunicação interna e o endomarketing.
O que vale é a mudança de pensamento, de filosofia de vida, ou do negócio e, mesmo que não consigamos implantar ou mudar procedimentos, o importante é tentar sempre. Buscar soluções criativas e manter o direcionamento.
A comunicação para o ponto de venda evolui a cada dia, a cada minuto. Basta olhar em volta para perceber a tendência de que as pessoas podem passar a dividir suas compras entre as lojas físicas, internet e celular. Para acompanhar esse movimento, que vem alinhado à profunda mudança no comportamento do consumidor, as marcas precisam reformular a maneira como se comunicam.
Recall é uma palavra inglesa que significa “chamar de volta” ou “recolha de material”, geralmente ocasionado pela descoberta de problemas relacionados com o produto. O recall é uma tentativa feita pelo fabricante para limitar a responsabilidade por negligência corporativa e evitar danos à empresa fabricante e obviamente aos que estão em contato direto com o produto. Geralmente envolvem a substituição do produto recolhido ou o pagamento dos danos causados pelo uso do produto defeituoso, ou ambos.
Desde muito tempo atrás, as organizações começaram a aplicar o marketing como uma ferramenta importantíssima de desenvolvimento da imagem da organização, dos seus produtos e/ou serviços, de sua estrutura (área, departamento ou setor) etc.