Experiência imersiva

Vivo patrocina SP-Arte com espaço e apresentações dedicadas à cultura indígena

Retornando à feira pela quinta vez, operadora de telefonia criou área para experiências imersivas, acompanhadas por especialistas em povos originários

São Paulo - A Vivo anunciou mais um patrocínio — o quinto, para quem está mantendo as contas — da SP-Arte. A tradicional feira cultural está marcada para os dias 2 a 6 de abril, no Pavilhão da Bienal (Parque do Ibirapuera).

Assim como em ocasiões anteriores, a proposta da Vivo segue sendo a de usar experiências sensoriais para valorizar a cultura e o patrimônio indígena, e na SP-Arte, a marca preparou um espaço imersivo, com exibições da cosmogonia indígena e visitas guiadas por representantes dos povos originários.

Programação da Vivo no SP-Arte vai de conversas sobre espiritualidade indígena até degustação culinária

Espaço da Vivo na SP-Arte
Imagem: Vivo/Divulgação

Não só contando com seu espaço tematizado (cortesia da curadoria do ativista e artista Denilson Baniwa, do povo Baniwa), a Vivo também programou uma série de conversas — ou mais uma série de “mini paineis” — sobre diversos aspectos da cultura indígena.

O espaço desenvolvido por Baniwa teve inspiração na obra “Kamathawa – A Proteção do Mundo”, que traz a cosmogonia Baniwa, incentivando os visitantes a conhecerem mais sobre os saberes dos povos ancestrais.

Reconhecer a relevância desse patrimônio imaterial das artes dos povos originários é também entender o quanto temos um papel importante na preservação de todo esse ecossistema”, afirma Marina Daineze, diretora de Marca e Comunicação da Vivo.

Veja a programação completa abaixo:

Vivo no SP-Arte

Dia 3 (16h) | Direito à memória

  • Convidadas: Daiara Tukano e Anna Heloisa Segatta
  • Tema: Patrimônio material e imaterial dos povos indígenas, explorando suas memórias e a relação com o ambiente
  • Atividades
    • Daiara Tukano (povo Yepa Mahsã) apresenta sua pesquisa sobre objetos Tukano em coleções etnográficas
    • Anna Heloisa Segatta mapeia e organiza um inventário da cultura material Tukano em museus ao redor do mundo
  • Mediação: Karol Desirée

Dia 4 (16h) | Cultura alimentar: comidas para descansar o Sol

  • Convidada: Tainá Marajoara
  • Tema: A cozinha ancestral da Amazônia que celebra o descanso do sol, a harmonia e o bem-viver
  • Atividades:
    • Tainá compartilha sua experiência e ativismo na valorização dos saberes tradicionais na alimentação
    • Após o bate-papo, será realizada uma degustação de culinária indígena
  • Mediação: Karol Desirée

Dia 5 (16h) | A cidade e a terra: aproximações

  • Convidada: Varusa
  • Tema: A intersecção entre a arte, a pesquisa e a relação com a terra dentro do contexto urbano
  • Atividades
    • Varusa, artista, curadora e arte-educadora, compartilha como sua prática e trajetória aproximam a cidade da terra, com experiências que incluem sua atuação na 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo e no Instituto Inhotim.
  • Mediação: Karol Desirée
Rafael Arbulu

Redator

Jornalista há (quase) 20 anos, passeando por editorias como entretenimento, tecnologia e negócios, sempre com um olhar crítico e praticamente nostálgico. Por toda a sua carreira, sempre buscou detalhar desde as tendências mais disruptivas do mercado até as curiosidades culturais que desafiam a lógica do "só porque é novo, é melhor". Fã de vinis, cervejas especiais e grandes sagas literárias, ele traz para os textos doses generosas de referências pop – mas sem esquecer que, no universo corporativo, até o lado B precisa fazer sentido.

Jornalista há (quase) 20 anos, passeando por editorias como entretenimento, tecnologia e negócios, sempre com um olhar crítico e praticamente nostálgico. Por toda a sua carreira, sempre buscou detalhar desde as tendências mais disruptivas do mercado até as curiosidades culturais que desafiam a lógica do "só porque é novo, é melhor". Fã de vinis, cervejas especiais e grandes sagas literárias, ele traz para os textos doses generosas de referências pop – mas sem esquecer que, no universo corporativo, até o lado B precisa fazer sentido.